A utilização das barricas de carvalho no amadurecimento dos vinhos – segunda parte

Tradicional recipiente transportável feito de madeira para armazenar vinho, quase sempre feito de carvalho. O tamanho típico contém 225 litros. As primeiras barricas foram utilizadas para guardar e transportar vinho, assim como para conservar outros produtos, desde pickles até pólvora. O formato meio ovalado faz com que sejam fáceis de rolar e direcionar. Os vinicultores acabam por descobrir que barris de tamanhos, formatos, idades e madeiras diferentes afetavam de modo diferente o sabor dos vinhos que continham. Atualmente, os barris são usados principalmente por sua capacidade de melhorar a textura, a cor e o sabor do vinho. Feitos de carvalhos franceses, do Leste Europeu e americanos, costumam ser o maior investimento anual dos p rodutores. Uma barrica nova confere sabor durante cerca de três anos; depois disso torna-se um barril neutro, que ainda pode ser útil para armazenar e suavizar um vinho, mas sem transferir os sabores do carvalho. 

Flávio Zílio  Crédito Fernando Zanchetti

Como supramencionado, três tipos de carvalho são os mais usados: na Europa o Quercus Sessille e o Quercus Robur ou Penduculata e na América do Norte Quercus Alba ou carvalho branco. No decorrer de centenas de anos, o carvalho mostrou ter qualidade de sabor, proteção contra a superoxidação e resistência necessárias para conter grandes e pesadas quantidades de vinho. Amiúde, a palavra “carvalho” é usada como um jeito mais simples de dizer “barris de carvalho”. E, cada vez mais, pode se referir a substitutos do barril como chips de carvalho, que são utilizados para conferir sabor ao vinho enquanto ele amadurece em tanques ou barricas. Entre os formatos, podem existir lascas, pós, inserções em tábuas, lâminas e blocos de vários formatos e tamanhos. Fonte: O Grande Livro do Vinhos – Folha de S. Paulo – 08/2013

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